Deutschland online bookmaker http://artbetting.de/bet365/ 100% Bonus.

WEBINAR: “Ensino à Distância: A Urgência do Presente e a Reconfiguração do Futuro. A Escola On, o futuro da Educação começa agora”

O curso de Ciências da Educação da Universidade de Santiago realizou uma conversa aberta sobre o tema “Ensino à Distância: A Urgência do Presente e a Reconfiguração do Futuro. A Escola On, o futuro da Educação começa agora”.

O evento foi ministrado pela Professora e Investigadora Sofia Gonçalves e tem como objetivo refletir sobre as reconfigurações escolares em tempo de pandemia.

A pandemia causou e continua a causar alterações profundas em todas as áreas, nomeadamente no domínio da educação. Portanto, de acordo com Sofia Gonçalves “surge, no presente, a urgência de reconfigurar o futuro. Procuramos compreender, confrontar, (re)pensar, (re)inventar, encontrar respostas e possíveis soluções.”

A investigadora disse que nas escolas surge a necessidade de um “plano B” para dar resposta a este grande desafio. Portanto, apresentou alguns desafios colocados à educação, assegurando que “as escolas sejam mais eficazes em termos das aprendizagens, sucesso educativo de todos, numa perspetiva inclusiva e de equidade, apostar na diferenciação pedagógica enquanto instrumento capaz de garantir melhores aprendizagens, repensar todo o processo de ensino e aprendizagem, entre outros.”

Neste sentido, a professora entende que há que se pensar num plano de ensino à distância, no qual será “uma modalidade que se constitui como uma alternativa de qualidade, na qual se promove a integração de vários recursos e ferramentas digitais no processo de ensino e aprendizagem como forma de ser mantida a ligação entre a escola e os alunos.” Entretanto, afirmou que para que um plano tenha êxito é necessário o engajamento do pessoal desde da direção a pais e encarregados de educação e comunidade educativa e parceiros. “Nós precisamos de todos.”

Nesta altura há que elaborar estratégias de comunicação quais sejam “manter o foco nas aprendizagens essenciais, adaptar as estratégias pedagógicas às características dos alunos, investir na literacia digital, ser inclusivo, entre outras, disse aquela educadora. Diz, também, que é importante levar em consideração as formas de avaliação dos alunos, sugerindo que poderá ser através de portefólios, rúbrica, registo de vídeo, narrativas digitais, questionamento, entre outros.

Sofia Gonçalves falou, ainda, dos impatos da pandemia na escola, salientando que, tendo em conta que este é um cenário novo, os professores e os alunos não estão preparados e, além disso, existem um conjunto de desafios que farão com que esta pandemia tenha um impato na escola do futuro.

Embora o virtual não substitui o presencial, no entender da Sofia “é uma oportunidade de podermos ter uma resposta de qualidade em que podemos de conciliar estas duas vertentes de qualidade tão importantes para o sistema educativo, o presencial com o virtual.”

A professora falou, também, da Escola On, que é uma “solução tecnológica que privilegia a interação entre todos os membros da comunidade educativa. É a reconfiguração do presencial para o virtual em que se privilegia a comunicação, a qualidade entre os agentes da comunidade educativa” adiantou.

De acordo com a educadora, optaram por Escola On porque permite mais proximidade, suporte, articulação, uniformização, segurança, lógica, autonomia e flexibilidade, entre outros.

Durante o debate Sofia assegurou que as escolas em Portugal estão a preparar para dois cenários online e presencial e que as aulas online vão muito além do professor e aluno, pois, este método permite, também, a interação entre os professores, alunos e pais e encarregados de educação.

 

Andreia Pereira

WEBINAR: “Marketing Digital em tempos de crise”

O curso de Marketing e Multimédia da Universidade de Santiago realizou um WEBINAR intitulado Marketing Digital em tempos de crise”. O evento teve como convidado o prof. Doutor João Costa, do Instituto Politécnico de Leiria. O principal objetivo da atividade foi fornecer/partilhar com a comunidade em geral algumas competências na utilização e aplicação do marketing digital de forma eficiente, na projeção das empresas no meio digital.

O professor falou de três grandes pilares do Marketing Digital: a website, a forma que este website chegue aos potenciais consumidores, recorrendo a uma forma que podemos gerir, optimizar, melhorar os nossos resultados, a alcançar aquilo o objetivo, ou seja, as vendas. Com isso, João costa apresentou algumas estratégias que podemos utilizar, obter recursos externos e recorrer a base de dados que de certa forma ajudam a conhecer as nossas potências clientes, e chegar a eles de uma forma segmentada. Para isso, existem muitas plataformas que têm como foco gerar tráfego.

João Costa diz que “nós estamos muitos preocupados quando estamos a produzir conteúdos ou a tentar alcançar aquilo que for, nunca se pensa a média a longo prazo, há sempre uma perspetiva de resultados imediatos. Tentar alcançar hoje, a dimensão daquilo que estamos a fazer” analisar e recolher as informações de forma a conseguir perceber o quê que fazemos mal, hoje, para poder melhorar amanhã” acrescenta o mesmo.

Nesta perspetiva João Costa afirma que “ o objetivo é analisar todos os nossos passos no máximo de informação possível, porque na criação de conteúdo apenas preocupamos em criar conteúdos que possam ser apelativos, mas não despreocupamos em criar conteúdos que possam ser envolventes que permitem ter interação entre quem nos visita”.

Costa fala das redes sociais, afirmando que o enfoque é nas Leads, nas questões das vendas, porque é nesse contexto que alguém vai mostrar o interesse pelo produto ou o que tem para disponibilizar. Acrescentou, ainda, que o que se pretende é se converter estas leads em experiências. “Eu diria que nesta realidade em que vivemos aquilo que é importante é pensar num plano de marketing mais ou menos acertado é verdade que na velocidade do nosso dia-a-dia as empresas pensam muito no imediato” vincou.

 

Andreia Pereira

WEBINAR: “Desafios e oportunidades do Nutricionista em Cenários de Prática Profissional”

O Curso de Nutrição e Qualidade Alimentar da Universidade de Santiago realizou um WEBINAR: “Desafios e oportunidades do Nutricionista em Cenários de Prática Profissional.”

O objetivo do evento foi mostrar os desafios e oportunidades existentes no panorama da execução do profissional nutricionista, e contou com a presença de três palestrantes brasileiras: Professora Doutora Ana Maria Cervato, Professora Doutora Viviane Vieira e Professora Dra. Mariana Meirelles, todas da Universidade de São Paulo.

O evento iniciou com a apresentação de Ana Maria Cervato, que falou sobre a “Atuação Profissional do Nutricionista”, destacando o contexto brasileiro da relação entre a formação e atuação. De acordo com a professora, o “Nutricionista é um profissional de saúde definido pelo conselho Nacional de saúde e o Ministério da saúde do Brasil. “Ele tem o seu espaço através do Sistema único de Saúde (SUS)”.

Falou da Atenção Primaria à Saúde, assegurando que é o grande campo de práticas de alimentação e nutrição, pois, é nela que acontece a vigilância alimentar e nutricional, a assistência nutricional individual de pacientes com distúrbios nutricionais e doenças, a educação em saúde e nutrição na atenção básica, entre outros.

Falou da importância de tentar atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável destacando, também, a importância da segurança alimentar. Falando na Segurança Alimentar, falou da Política de Segurança Alimentar e Nutricional, na qual existe um Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Este programa já beneficiou 40 milhões de estudantes em 2015.

De acordo com Ana Maria Cervato, as áreas como Nutrição Clínica, Nutrição em Alimentação Coletiva e Nutrição em Saúde Coletivas são algumas das áreas de atuação dos Nutricionistas no Brasil.

Por fim, falou de três desafios ou oportunidades no cenário de prática, quaias sejam a sustentabilidade, a tecnologia e o processo de trabalho.

Por sua vez, a mestranda Mariana Ruocco falou do “Marco de Referência para a Educação Alimentar Nutricional para as Políticas Públicas”, que é um documento publicado em 2012 e constituído pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em parceria com outros ministérios. Este documento tem como objetivo promover um campo comum de reflexão em orinetaçãovolt5ada para a Educação Alimentar e Nutricional (EAN), ampliar a discussão, apoiar os diferentes setores, integrar estratégias mais amplas, bem como melhorar a qualidade de vida.

Falou, também, dos princípios para as ações de EAN destacando a sustentabilidade social, ambiental e económica, a abordagem do sistema alimentar, a promoção do autocuidado e da autonomia, entre outros.

A mestranda disse que esse trabalho de pesquisa levou-a ao desafio de “criar um adendo ao marco de referência com exemplos de atividades educativas que pudessem evidenciar a possessibilidade de abordagem de mais um princípio em uma mesma atividade.”

Por seu turno, Viviane Vieira falou da “Atuação do Nutricionista para a promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno”, destacando a importância do aleitamento materno nos primeiros mil dias da criança, bem como os impatos individuais e coletivos.

Falou, também, do aleitamento materno na perspetiva do Direito assegurando que “o direito de amamentar é aplicável ao binómio mãe/filho. A mãe e a criança têm o direito à amamentação.” Mas também falou do Nutricionista e o Aleitamento Materno.

Relativamente à promoção do aleitamento materno um grupo de mulheres no qual ela, também, participa tem desenvolvido ações educativas, atividades de ensino e de pesquisa e através das redes sociais.

No entanto, Vieira ressalta alguns desafios e oportunidades relativamente ao aleitamento materno, destacando a formação fragmentada e com poucas vivências práticas, atuação muito tecnicista, espaço pouco ocupado pelo profissional.

 

Andreia Pereira

Webinar: (Des) Confianamento e o Seu Impato nas Pessoas

O curso de Enfermagem da US realizou um WEBINAR intitulado "(Des) confinamento e o seu impato nas pessoas”, cujo objetivo foi fornecer à população em geral algumas competências, de modo a enfrentarem melhor o desconfinamento e algumas formas de ligar a alteração da *normalidade* a que todos estavam habituados. O evento teve como convidados o Sociólogo Paulino Vaz Moniz e o Psicólogo Nilson Mendes.

O Sociólogo Paulino Vaz Moniz iniciou afirmando que a Covid-19 é uma doença que parou o mundo, tendo atingido milhões de pessoas e já matou milhares de pessoas. Falou dos campos de afetação do Coronavírus na vida das pessoas destacando três dimensões: psicológica, económica e relacional.

Garantiu que, a nível psicológico, o número de pessoas afetadas ultrapassa o número de afetados pelo Covid-19. “Esta dimensão é grande, é muito mais do que a estatística consegue trazer em termos de números de pessoas infetadas”. Acrescentou, ainda, que, “psicologicamente, as pessoas que já tinham histórico de algum transtorno mental agravaram a sua situação nesta época da pandemia e os que não tinham histórico acabam por desenvolver algum trastorno mental, outros leve e outros mais moderado e grave.”

Relativamente à dimensão económica Paulino falou do seu impato na vida das pessoas durante o confinamento e neste período do desconfinamento. Afirmou que “tanto no período do confinamento como no de desconfinamento, muitas pessoas já perderam o seu emprego e isso traz um impato económico grande. Estou analisando aqui a vida da pessoa sem falar da família e da empresa.” Exemplificou com as pessoas que tiveram o seu contrato de trabalho suspenso, mas, também, das que têm os seus negócios e tiveram dois meses parados e ainda não retomaram. “Os que retomaram ainda não têm uma garantia”, declarou.

Por último, falou da dimensão relacional assegurando que este período trouxe, também, grandes impatos na vida das pessoas ao nível da relação. “Durante o confinamento falou-se em ficar em casa, no entanto, as pessoas com tendência em sofrer algum tipo de violência serão obrigadas a conviver com o agressor durante muito tempo”. Portanto, considera que são situações complexas que agravam durante o período de confinamento e que é necessário levar em conta. Por outro lado, existe a forma como “encaramos o novo coronavírus, as orientações, porque nem todos encararam da mesma forma. Uns encararam com seriedade e com exagero, outros viram como um “tanto faz”, o que trouxe algum conflito no relacionamento", asseverou.

O Psicólogo Nilson Mendes iniciou o seu discurso na mesma lógica, afirmando que, de fato, a Covid-19, “colocou-nos numa situação que é de refletir e readaptar-nos”. De acordo com o psicólogo, esta pandemia fez com que as pessoas mudem os seus comportamentos ou postura perante uma ameaça. Falou da forma como se pode lidar com o pensamento e emoção durante esse tempo, como é que se dá resposta perante uma situação de medo e como lidar com a incerteza. “Uma das estratégias fundamentais é saber trabalhar as nossas emoções”, afirmou.

A palavra de ordem é readaptar. Exemplificou com a retoma das aulas em que os alunos poderão sentir medo perante esta situação, por isso, Nilson Mendes garantiu que “o importante é saber que o medo é um estado de alerta mas deve-se adaptar na situação em que se vive, ou seja, é ir para as aulas e seguir todas as recomendações sanitárias”, afirmou. Por outro lado, muitas pessoas podem ignorar a mensagem do medo, “Devemos entender a mensagem do medo para que possamos estar em alerta e ter uma resposta particularmente no nosso bem-estar físico e psicológico,” disse.

Neste processo de desconfinamento é fundamental identificar o sentimento e estado emocional que em que se encontra. “Se existe medo deve-se ver a importância deste medo perante o cenário em que se encontra, seja em casa, na escola ou durante a viagem.” Por outro lado, é importante ver se o medo é uma ameaça para que se possa dar uma resposta.

O psicólogo garantiu que um outro impato psicológico nesta pandemia é a alteração do sono. “Uma boa parte das pessoas dormiram tarde e acordaram tarde e as vezes com insónia”. Existe, também, o comportamento compulsivo como lavar as mãos e desinfetá-las exageradamente. “Quando estes comportamentos afetam no dia-a-dia, deverá ter noção que se está perante este problema. Caso não for dado o devido valor, tornar-se-á num problema mais grave na saúde mental”, afiançou.

O psicólogo terminou declarando que é necessário aprender a conviver com o vírus até que apareça a vacina, e também, reorganizar a vida de acordo com a nova realidade. “Temos que nos mentalizar, também, que tudo o que começa tem um fim”. Deixa um apelo, assegurando que “é fundamental cuidarmos do nosso bem-estar”. É fundamental trabalhar o equilíbrio mental através do exercício da respiração. Aconselhou que, se uma pessoa se sentir perante uma situação incómoda, que não hesite em pedir ajuda de um profissional.

“Agora, é momento de usar estratégia individual para o bem coletivo a forma como você se encontra leva a uma determinada reação. Se se encontra ansiosas, tomam decisões precipitadas e se estiver controlado, toma decisões eficazes", disse.

A Coordenadora do curso de Enfermagem, Celliavine Afonso agradeceu aos participantes pelo contributo muito importante assegurando que, se cada um fizer a sua parte, consegue-se ultrapassar esta fase.

 

Andreia Pereira

Webinar - "Património Cultural Como Fator Impulsionador Do Turismo No Contexto Pós Covid19, Caso Da Região Santiago Norte”, em debate na Universidade de Santiago

O curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago realizou uma Palestra intitulada “Património Cultural como Fator Impulsionador do Turismo no Contexto Pós Covid19 - Caso da Região Santiago Norte”. O evento foi ministrado pelo Presidente do Instituto do Património Cultural, Jair Fernandes, e teve como objetivo fazer uma reflexão sobre a importância do património no cenário do turismo nacional no contexto pós covid-19.

Para melhor enquadramento do tema, o orador começou com a apresentação do estudo do diagnóstico de valorização do património cultural no âmbito turístico, falando sobre o património material e de museus na Região de Santiago Norte.

De acordo com Jair Fernandes, para se falar do seguimento do turismo cultural levou-se em consideração três aspetos para a análise do potencial da ilha de Santiago enquanto produto turístico-cultural: a relevância do turista “dentro deste parâmetro foi considerada a relevância do elemento cultural, bem como as condições para o uso e aproveitamento do bem cultural”; um outro ponto é o estado de manutenção “o turismo pode prejudicar o património, portanto, o possível impacto desse setor nos bens culturais também valorizado”; e o último ponto é a acessibilidade “um produto turístico deve estar acessível ao turista”, afirmou.

Jair afirmou que, em articulação com as Câmaras Municipais e as Direções Gerais do Turismo, criaram-se sete rotas turísticas na Região Santiago Norte. “Todas as rotas devem ser circulares, de partida e de chegada à Praia,” declarou.

Seguidamente, passou a fazer uma análise da demanda turística em Cabo Verde em 2018, tendo destacado as ilhas de Sal e Boavista com mais visitantes e a ilha de Santiago com menor número de visitantes.

O orador concluiu a sua apresentação afirmando que o produto de turismo cultural é composto de um conjunto de recursos culturais e uma oferta de serviços turísticos complementares. “Portanto, é necessário converter previamente recursos culturais em recursos turísticos, para os quais é necessário adaptar o recurso cultural para que este possa ter uso turístico o que implica aprimoramento de recurso e o desenvolvimento de experiências turísticas a partir de seu conteúdo”.

Acrescentou, ainda, que, do mesmo modo, um produto turístico deve ser projetado para atender às expetativas de demanda de lazer e recreação, pelo que, é necessário incorporar uma oferta turística complementar e uma infraestrutura equipamentos urbanos que atendam a essa necessidade. A duração máxima de cada rota não deve ser superior a 6 horas.

O evento encerrou com o agradecimento da Coordenadora do Curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago, Mirian Semedo agradeceu ao convidado e aos presentes pela participação no evento.

 

Andreia Pereira

Download Template Joomla 3.0 free theme.